Internacional

A sede internacional do Slow Food fica em Bra, na Itália – a cidade do Piemonte onde nasceu o movimento. É de lá que a associação planeja e promove o desenvolvimento da rede e dos projetos em todo o mundo.

A associação é coordenada por um Conselho Internacional e orientada por um Comitê Executivo. O Comitê Executivo é o órgão institucional mais alto, com todas as nomeações realizadas para um mandato de quatro anos.

Carlo Petrini, fundador do movimento nos anos 80, é o presidente do Slow Food.

Nacional

Em alguns países, o Slow Food tem estruturas em nível nacional. Algumas delas são mais antigas (Itália, Alemanha, Suíça, Estados Unidos, Japão, Grã-Bretanha e Holanda) e algumas mais recentes (Brasil, Quênia e Coreia do Sul).

Todas têm autonomia de decisão, mas respeitam as diretrizes do Slow Food Internacional. As estruturas nacionais coordenam as atividades do Slow Food, oferecem apoio aos convivia, organizam eventos e são um ponto de referência fundamental para os associados.

Local

O Slow Food também atua em grupos locais, chamados convivia, que organizam reuniões, eventos e coordenam as atividades e organizam eventos nas cidades e comunidades em todo o mundo. Existem mais de 1.500 convivia em todo o mundo.

Outros organismos

Para realizar seus projetos e cumprir suas metas, o Slow Food criou os seguintes órgãos:

Fundação Slow Food para a Biodiversidade – fundada em 2003 para apoiar os projetos Slow Food em defesa da biodiversidade alimentar e das tradições gastronômicas.

Fundação Terra Madre – fundada em 2004 para suportar o crescimento da rede global de comunidades de alimentos, chefs, acadêmicos e jovens trabalhando por um sistema alimentar sustentável.

Universidade de Ciências Gastronômicas (UNISG) – nascida em 2004 para educar os futuros profissionais do mundo alimentar.

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