Brasília sedia feira sobre identidade alimentar

Entre os dias 19 a 21 de março, o movimento Slow Food promove a Feira da Identidade Alimentar, no Complexo Cultural da Funarte, em Brasília. A programação faz parte da segunda edição do Terra Madre Brasil – encontro nacional de ecogastronomia -, que irá reunir cerca de 550 participantes para discutir temas como biodiversidade alimentar e preservação de tradições culinárias. Com entrada franca, o evento será realizado das 18h às 22h.

A feira estará dividida em nove tendas, onde serão expostas atividades culturais das cinco regiões do Brasil e de algumas etnias. Comunidades de produtores, pescadores e agricultores, ligados à rede Terra Madre Brasil, apresentam seu ofício, por meio da cultura alimentar, da música e do artesanato.
Na tenda Afro e Quilombolas, catadores de aratu, de Sergipe, produtores de Marmelada, de Santa Luzia (GO), e catadores de Ostras, de Cananéia (SP), promovem intercâmbio de saberes tradicionais. A região Norte será representada por pescadores de Pirarucu, de Silves, de Piracui, de Tamuá, e produtores de castanha do Brasil. Nesta área também acontece a mostra do ofício do açaí e da pupunha. O show fica por conta das quebradeiras de Babaçu, do Maranhão.
O Nordeste traz para a feira o ofício do umbu, a fabricação de beiju de coco babaçu, da cajuína, além da presença de produtores de mel, pequi e licuri. O grupo de forró Fortaleza do Umbu dá o tom desse encontro de diversidade cultural. Já na tenda do Centro-Oeste, as atrações são o ofício da quebra do baru, a gastronomia do Cerrado e as geléias de frutas nativas.
Os indígenas terão rodas de conversas sobre suas tradições alimentares e modos de fazer culinários. É o caso do Palmito Juçara, dos Guaranis, e do Guaraná, dos Sateré Mawé. A mandioca terá uma tenda especial com apresentação de diversos tipos de farinhas, produzidas em diferentes regiões do Brasil, incluindo degustação de tapioca, beiju, bijajica (cuscuz de massa de mandioca).

O público terá acesso aos produtos, produtores e às técnicas de produção de saberes tradicionais. Também terá a oportunidade de conhecer os projetos desenvolvidos pelo Slow Food, presente há dez anos no país. Segundo o fundador e presidente, Carlo Petrini, o consumidor torna-se um co-produtor ao conhecer a origem de seus alimentos. A proposta é divulgar a filosofia da associação, baseada no slogan “Bom, limpo e justo”, que define que o alimento precisa ser “saboroso, livre de agrotóxicos e comercializado a preços justos”. Petrini estará presente no encontro.
A II edição do Terra Madre Brasil conta com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento Territorial (SDT) do Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), da Secretaria de Identidade e Diversidade Cultural (SID) do Ministério da Cultura (MC) e do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA).

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